sexta-feira, 16 de julho de 2010

Medida provisória para impulsionar as obras da Copa 2014 será assinada na segunda-feira

   Vai começar mais uma farra com o seu dinheiro. E com o meu também. Entrará em vigor na poróxima segunda-feira MP que agilizará as obras de infra-estrutura para a Copa 2014 e a Olimíada 2016. O presidente lançará um pacote de benefícios as 12 cidades sede para facilitar o financiamento das obras. O dinheiro virá do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e os investidores não precisarão passar pela fila para conseguir empréstimo no Banco.

   No modelo atual, qualquer investidor que queira tomar um empréstimo com o BNDES tem que aguardar os projetos que estão sendo avaliados a sua frente. O governo entende que o principal fator do atraso nas obras é a fonte de financiamento e a capacidade de endividamento.

   São esperados em Brasília os prefeitos das 12 cidades se e os governadores dos estados que abrigarão os jogos. No mesmo ato também poderá ser assinado termo de compromisso entre o governo federal, dos estados e dos municípios para definir a competência de cada um nbos setores de seguirança e saúde, além do montante de recursos que será investido nas duas áreas.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

O mundo moderno na "onda" do retrô

   Copa do Mundo só daqui a quatro anos, e em casa. O técnico não foi escolhido, ainda. Os comentaristas ainda faxinam a "volta" - precoce? - da nossa seleção. O campeonato nacional recomeçou. Os nossos problemas se apresentaram depois do anestésico último mês. A vida volta ao seu fluxo normal. Será mesmo?

   Neste final de semana li alguns jornais e em um específico notei uma carência pelo passado. Indústrias voltam a fabricar produtos das décadas de 80 e 90 após pesquisa em redes sociais que apontaram uma demanda enorme dos mesmos. eraa matéria de uma das manchetes. Há algum tempo noto que os grandes clubes enxergaram este "filão" do mercado e passaram a oferecer camisas antigas. Virou a moda do retrô. Recebo e-mails de pessoas da mesma faixa etária aplicando um ar nostálgico as brincadeiras de nossa época. Bons tempos, diga-se de passagem, foram as décadas de 80 e 90. Pelo menos para o pessoal que hoje está na casa dos trinta ou dos quarenta!

   Pensei que talvez a moda retrô pudesse acometer a CBF a contratar um técnico para a seleção brasileira que tivesse o mesmo estilo que tinha o técnico da seleção na década de 80. A CBF entraria na moda, conquistaria novos simpatizantes e reconquistaria os amantes do bom futebol que há muito não perdem mais tempo com a nossa seleção. Já que o futebol deu mostras que a sua reinvenção fracassou -  vide título da última Copa ganho por uma seleção que jogou encantando - poderia a CBF reviver o futebol arte e nos fazer reviver momentos mágicos da história do nosso futebol. Com um novo - velho - uniforme, de preferência.

domingo, 11 de julho de 2010

Ahahahahaha... A imprensa é tosca!

   Que maravilha assistir a Espanha campeã do mundo! Como é bom vingar 1982! p melhor venceu a Copa! Mesmo que o melhor não tenha feito mais gols que o segundo colocado. Mesmo que o melhor não tenha sido eficiente quanto o segundo colocado. Que todos da imprensa se explodam! Ganhou o futebol! E ganhou muito mais com Forlan sendo eleito o melhor da Copa1 Que boa´péssima Copa esta!

Viva o futebol, arriba!

Viva a Espanha campeã do mundo! Viva o futebol arte sepultando os Mano Menezes da vida, os Joel Santanas, os Parreiras... 
   Obrigado Espanha por provar que se pode ganhar jogando bonito...

   Viva a Espanha!!

sábado, 10 de julho de 2010

Nova fórmula de disputa para a Copa do Mundo

Uma enquete feita em um site mostrou que a Copa 2010 não agradou aos torcedores: a maioria dos participantes considerou o Mundial da África do Sul o pior da história. A culpa é da primeira fase: muitos jogos ruins (e muitas seleções horríveis), média baixíssima de gols. Depois, no mata-mata, a Copa engrenou e foi até muito boa.



Mas não basta analisar e reclamar. É preciso também pensar no que pode ser feito para melhorar a Copa do Mundo. Sugiro uma redivisão das vagas nas Eliminatórias. Repensar o calendário também é importante, embora difícil. Nova sugestão, que mexe apenas com a fórmula de disputa, sem alterar o número de participantes, o tempo de realização do torneio nem a quantidade de jogos. Espero que gostem, mas claro que também receberei críticas, é normal. Se pelo menos uma pessoa aprovar a ideia já ficarei satisfeito (especialmente se for um tal de Joseph Blatter). Enfim, aí vai um resumo (não tão resumido assim, eu admito):



CABEÇAS DE CHAVE - Na nova fórmula, as oito principais seleções não participariam da primeira fase, que teria apenas 24 equipes. Com isso, os países que contam com os principais jogadores, aqueles de quem se espera mais em campo, teriam mais tempo para se preparar e descansar seus craques. É injusto? Talvez, mas acreditamos que esses jogadores são também os que mais sofrem com o desgastante calendário, são os que participam das competições mais fortes e disputam títulos até o fim dos campeonatos. Além disso, se as seleções menores perdem em tempo de preparação, ganham em ritmo de jogo e entrosamento (farão duas partidas antes de pegar algum cabeça de chave). Ok, alguém vai lembrar que a grande Itália pagou mico sendo eliminado na fase de grupos este ano, assim como a anfitriã África do Sul. Tudo bem, minha gente, mas não se preocupem porque quando a seleção é ruim ela vai embora cedo do mesmo jeito. Essa fórmula só iria adiar um pouquinho o vexame italiano. Ah, e ainda acentuaria o mico francês, que teria ficado em último numa chave com três seleções, na nova primeira fase, que vocês conhecem agora:





PRIMEIRA FASE - A mudança mais significativa, com o objetivo de diminuir a quantidade de jogos previsivelmente ruins. Sem os oito cabeças de chave, as 24 seleções que sobram seriam divididas em oito grupos de três. Apenas o primeiro colocado se classificaria para a segunda fase, o que tornaria todos os confrontos decisivos e acabaria de vez com o risco de haver um jogo de compadres. Com apenas três jogos por grupo, a primeira etapa cairia de 48 partidas (no modelo atual) para 24. Haveria ainda quatro dias reservados para eventuais jogos de desempate (sabemos que num triangular aumenta a chance de haver igualdade total entre duas equipes). Mesmo que, por uma incrível coincidência, todos os oito grupos precisassem de jogo-extra, a primeira fase terminaria com no máximo 32 confrontos.



SEGUNDA FASE - Entram em campo os oito cabeças de chave, que se juntarão aos oito classificados da primeira fase. E essas 16 seleções seriam divididas não em oito mas em quatro grupos apenas (cada um com dois cabeças de chave e dois países vindos da etapa anterior). Aí é igual ao modelo atual, com três rodadas em cada grupo, num total de 24 jogos (seis por chave).



E para evitar que as seleções mais fortes já cheguem à terceira rodada classificadas (caso confirmem o favoritismo), obrigatoriamente os dois cabeças de chave teriam de se enfrentar na segunda rodada. Assim achamos que é mais difícil haver jogos de compadre na hora decisiva, garantindo mais emoção.



Sairiam dessa fase oito classificados, os dois melhores de cada chave, como na fórmula atual. A diferença, vale lembrar, é que agora são quatro grupos. Ou seja, como você já percebeu, pela nossa sugestão o mata-mata começa nas quartas de final, e não mais nas oitavas.



E a partir desse ponto é tudo como na fórmula atual. Vamos conferir a quantidade de jogos? No pior cenário, a primeira fase teria 32 confrontos (mas pode ter até 24). Com mais 24 da segunda fase, chegamos a 56. Depois teríamos mais quatro das quartas (60), duas semifinais, disputa do terceiro lugar e decisão do título, totalizando 64 jogos, exatamente como hoje em dia. Com a possibilidade de cair até para 56 partidas, se não houver jogos de desempate na primeira fase.

Supremacia européia nas Copas do Mundo

   Em 1934 os quatro primeiros lugares foram de paises europeus - Italia, Tchecoslováquia, Alemanha e Austria.
   Em 1938 três europeus entre os quatro melhores - Italia, Hungria, Brasil e Suécia.
   Em 1950 dois europeus entre os quatro melhores - Uruguai, Brasil, Suécia e Espanha.
   Em 1954 três europeus entre os quatro melhores - Alemanha, Hungria, Austria e Uruguai.
   Em 1958 três europeus entre os quatro melhores - Brasil, Suécia, França e Alemanha.
   Em 1962 dois europeus entre os quatro melhores - Brasil, Tchecoslováquia, Chile e Iugoslávia.
   Em 1966 quatro europeus entre os quatro melhores - Inglaterra, Alemanha, Portugal e União Soviética.
   Em 1970 dois europeus entre os quatro melhores - Brasil, Italia, Alemanha e Uruguai.
   Em 1974 três europeus entre os quatro melhores - Alemanha, Holanda, Polônia e Brasil.
   Em 1978 dois europeus entre os quatro melhores - Argentina, Holanda, Brasil e Italia.
   Em 1982 quatro europeus entre os quatro melhores - Italia, Alemanha, Polônia e França.
   Em 1986 três europeus entre os quatro melhores - Argentina, Alemanha, França e Bélgica.
   Em 1990 três europeus entre os quatro melhores - Alemanha, Argentina, Italia e Inglaterra.
   Em 1994 três europeus entre os quatro melhores - Brasil, Italia, Suécia e Bulgaria.
   Em 1998 três europeus entre os quatro melhores - França, Brasil, Croácia e Holanda.
   Em 2002 dois europeus entre os quatro melhores - Brasil, Alemanha, Turquia e Coréia do Sul.
   Em 2006 quatro europeus entre os quatro melhores - Italia, França, Alemanha e Portugal.
   Em 2010 três europeus entre os quatro melhores - ..., ..., Alemanha e Uruguai.

Chato pra caramba

   O provável técnico da seleção brasileira sai de Murici Ramalho ou Mano Menezes. Um retranqueiro e o outro um adepto das bola alçadas à área.
   Só falta agora a holanda ser a campeã para dizerem que jogava mais feio que a Espanha mas fazia mais gols...
   O futebol que apronta tantas boas também nos proporciona algumas intragáveis!